"Tá vendo a minha mão aqui, aberta? É um convite para você segurá-la e me levar junto com você. Para onde e para o que for. Já treinei minhas emoções e elas estão mais fortes agora. Se eu precisar, serei sua rocha. Se você quiser, serei seu abrigo e seu conforto. E nem precisa pedir. Me transformo no que for porque já conheço os seus olhos."
Deixa Vir do Coração
"A boca fala aquilo que o coração tá cheio"
Arquivo do blog
quarta-feira, 11 de junho de 2014
"Tá vendo a minha mão aqui, aberta? É um convite para você segurá-la e me levar junto com você. Para onde e para o que for. Já treinei minhas emoções e elas estão mais fortes agora. Se eu precisar, serei sua rocha. Se você quiser, serei seu abrigo e seu conforto. E nem precisa pedir. Me transformo no que for porque já conheço os seus olhos."
quinta-feira, 13 de junho de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
"Jesus não estava preocupado com ajuntar multidões, provar algo para as pessoas ou para o poder estabelecido, ajuntar tesouros na terra, alimentar o consumismo das pessoas, realizar grandes conquistas ou com aquilo que era apenas imediato. Ele queria era realizar a vontade de Seu Pai. Esta era sua comida. Ele vivia movido de íntima compaixão pelas pessoas. O que mais importava para Ele era o amor."
"Amor não é nem de longe aquilo que as novelas apresentam. O amor não faz mal ao próximo. O amor não vê homens como árvores. O amor busca o bem do próximo. O amor se importa com a dor do outro. Nenhum de nós é perfeito. Eu não sou. Sei que você, também, não é. Mas, aqui fica um chamado a pararmos um pouquinho e pensarmos sobre isto. Porque isto não é questão de perfeição, mas de humanidade. É só uma questão de ser humano."
"Santificação é maturidade; é não se escandalizar com mais nada nesta vida; é liberdade para viver todas as coisas lícitas tendo o discernimento de saber o que convém e o que edifica. Santificação é ter os olhos limpos, e, assim, considerar pura todas as coisas. O santo não costuma falar em santificação, mas em Graça e Misericórdia. Quem fala muito em santificação como uma conquista do indivíduo, em geral, está falando de suas próprias angustias e lutas. Quem fala na Graça, fala em santificação; pois é somente na Graça que somos santos e santificados."
domingo, 14 de abril de 2013
sábado, 19 de janeiro de 2013
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Hoje,
muitas igrejas estão doentes. Confundimos o crescimento egoísta com
crescimento espiritual. Confundimos mera emoção com adoração verdadeira.
Valorizamos a aceitação do mundo e não a aprovação de Deus, uma
aprovação que é geralmente outorgada a uma vida que sofre oposição da
parte do mundo. Apesar de seus perfis estatísticos, muitas igrejas de
nossos dias parecem desinteressadas pelas marcas bíblicas que devem distinguir uma igreja que tem vida e cresce.
Entre as muitas coisas que são motivadoras para o crente, existem também aquelas que afligem e trazem desânimo mesmo para o mais piedoso observador. Entre estas, contemplamos uma estranha combinação de zelo com mundanismo; intensa atividade em favor da expansão do reino de Deus na terra, mesclada com uma lamentável indiferença quanto ao estado espiritual da alma; em resumo, vemos um aparente esforço nas coisas exteriores, misturado a uma crescente sensibilidade no coração.
Milhares de crentes estão substituindo a piedade pelo zelo; a mortificação, pela liberalidade; e a vida cristã pessoal, por uma religião social. Qualquer leitor dedicado do Novo Testamento e observador do presente estado da igreja, não deixará de convencer-se de que o que agora falta aos crentes, é uma sublime espiritualidade. O testemunho cristão rebaixa-se a este nível de piedade; a linha de separação entre a igreja e o mundo está se tornando cada vez menos perceptível; e o caráter do verdadeiro cristianismo, apresentado dos púlpitos e descrito nos livros, raramente se reflete na vida e no espírito daqueles que professam ser crentes.
A maior parte do cristianismo evangélico hoje é fundamentado em clichês. A maior parte do nosso cristianismo vem de músicos que se dizem cristãos, e não da bíblia. A maior parte do que os evangélicos acreditam é ditado pela cultura secular e não pela escritura.
Poucos são os que encontram a porta estreita. Consequentemente, as idéias mais populares sobre o Cristianismo possivelmente não são os conceitos mais próximos da verdade bíblica, pois essa, só pode ser encontrada se estivermos andando em um apertado caminho, que é percorrido por poucos.
Nos dias de hoje, desconfie de qualquer “Best-seller”. Desconfie de qualquer um que for sucesso ou um furacão de vendas, simplesmente porque a genuína verdade cristã jamais foi e nunca será “digerida” pelas massas. A maior prova disso, é que mataram o seu autor. Se caiu no gosto da maioria é falso. Lembre-se, Jesus se referiu aos seus verdadeiros seguidores como “pequenino rebanho”.
A apostasia que a Bíblia nos advertiu que seria evidente nos últimos dias já está em pleno andamento. Somente aqueles que se mantiverem firmes na Palavra de Deus serão protegidos e salvos. Este remanescente de crentes fiéis será visto como pessoas antiquadas e de mentalidade fechada.
A natureza da salvação de Cristo é deploravelmente deturpada pelo evangelista moderno. Eles anunciam um Salvador do inferno ao invés de um Salvador do pecado. E é por isso que muitos são fatalmente enganados, pois há multidões que desejam escapar do Lago de fogo, mas que não têm nenhum desejo de ficarem livres de sua pecaminosidade e mundanismo. Sem santificação ninguém verá o Senhor.
Os que ingressarem na instituição eclesial por persuasão de comunicadores, que se valem de técnicas modernas de comunicação, aproveitando elementos psicologicamente naturais como sentimento, emoção, paixão intensa e frustração, ou utilizando-se de carências afetivas, sociais e financeiras, esses, geralmente, são “convertidos” aos pressupostos do pregador, não “constrangidos” pelo chamado irresistível a se tornarem servos de Cristo.
Os Evangélicos modernos procuram encher suas igrejas de analfabetos bíblicos, convencendo-os que eles irão para o céu, simplesmente porque levantaram a mão e fizeram uma oração, como sinal de aceitação de Jesus como Salvador, e que Ele vai lhes dar o sucesso familiar, social e financeiro, se tiverem um nível de moralidade considerável e forem dizimistas fiéis; o que se constitui propaganda enganosa.
Pregam uma mensagem falsa, que satisfaz pessoas cujo primeiro amor está em si mesmas e que não se importam com Deus, a menos que possam tê-lo sem interromper sua maneira de viver egoísta. Prometa a essas pessoas uma religião que lhes permitirá que tenham conforto em meio ao seu materialismo e amor próprio, e elas a aceitarão aos milhares. O desafio de vir a Cristo, é o mesmo desafio feito àquele jovem rico. A questão não é encontrar um cristianismo que se adapte às nossas necessidades, mas de quanto estamos dispostos a dar e perder para ganhar o reino dos céus.
Muitos dizem não ter vergonha do evangelho, mas são uma vergonha para ele. A primeira geração de cristãos pós-modernos já está aí. São crentes que pouco ou nada sabem da Palavra de Deus e demonstram pouco ou nenhum interesse em conhecê-la. Cultivam uma espiritualidade egocêntrica, com nenhuma consciência missionária. Consideram tudo no mundo muito “normal” e não vêem nenhuma relevância na cruz de Cristo. Acham que a radicalidade da fé bíblica é uma forma de fanatismo religioso impróprio e não demonstram nenhuma preocupação em lutar pelo que crêem.
Você sabia que 80 á 90% das pessoas que “aceitam a Cristo” em trabalhos evangelísticos se “desviam” depois? O motivo de tudo isso tem sido esse evangelho centrado no homem que é pregado nos púlpitos, nas TVs e nas casas, onde o bem-estar e a prosperidade tem se tornado “mais valiosos” que o próprio sangue de Cristo. A graça já não basta mais (apesar dos louvores e acharmos Cristo tão meigo).
Engana-se quem pensa que a igreja evangélica brasileira está vivendo a sua melhor fase! Isso só seria verdade se a Bíblia, a Palavra de Deus, não existisse. Boa parte da igreja, misturada com o mundo, vem se envolvendo com questões que não são de sua competência, além de pregar um evangelho “contextualizado”, que atrai pessoas para dentro dos templos, mas afasta-as da verdade!
A igreja de hoje não incomoda nem influencia ninguém, a não ser a “igreja da maioria” quanto ao crescimento numérico. Quem defende o evangelho de Cristo hoje, conforme Filipenses 1.16 e Gálatas 1.8, é considerado persona non grata e chamado de cético. Foi o Senhor Jesus também um cético por ter dito "Acautelai-vos dos falsos profetas", em Mateus 7.15? Devemos aceitar com naturalidade esse evangelho ecumênico, facilitador, pragmático, pregado hoje em dia, cuja máxima é: “O mais importante é o amor que une do que a doutrina que divide”?
Como temos reagido ao evangelho empirista, experiencialista, que supervaloriza experiências e "milagres", em detrimento da Palavra de Deus? Nada valem passagens bíblicas como Deuteronômio 13.1-4 e João 10.41? Se ocorrerem fenômenos como mãos grudadas e dentes de ouro, não nos importamos se o pregador fala a verdade segundo a Bíblia ou não? Mas Janes e Jambres também não fizeram prodígios? Não devemos levar em consideração Mateus 7.21-23?
Que reação temos hoje ante o evangelho antropocêntrico, humanista, que apresenta Deus como um “Papai Noel”, cujo prazer resume-se em distribuir presentes aos “meninos” que têm fé? O nosso culto não é para o Senhor Jesus? Reunimo-nos para receber, receber e receber? É isso que é ser um servo de Deus?
Parte dos chamados evangélicos tem pregado indiretamente que as bênçãos de Deus não são frutos de sua maravilhosa graça, mais sim, conseqüência direta de uma relação baseada na troca ou no toma-lá-dá-cá. Neste contexto, tudo é feito em nome de Deus e para se conseguir a benção é absolutamente necessário pagar e pagar alto! Por favor, responda sinceramente: Qual a diferença da oferta extorquida do povo sofrido nos dias atuais para a venda das indulgências da idade média? Qual a diferença dos utensílios vendidos no século XVI, para os comercializados em nossos templos nos dias de hoje?
Para piorar a coisa, tal práxis doutrinária e comportamental encontrou uma enorme aceitabilidade por parte da sociedade, e isto se deve ao agravante de que as pessoas deste tempo, buscam desesperadamente por experiências e não a verdade. Elas não querem pensar, querem sentir; não querem doutrina, desejam novidades; não querem estudar a Palavra, querem escutar testemunhos eletrizantes; não querem adorar, querem shows; não querem Escolas Bíblicas, querem circo; não querem o evangelho da cruz, desejam o evangelho dos milagres; não querem Deus e sim as bênçãos de Deus.
E quanto aos evangelhos teologicocêntrico e filosófico, que não consideram a Palavra de Deus a fonte primária de autoridade? Você que segue a teólogos de renome cegamente, mesmo quando as suas afirmações contrariam a Palavra de Deus, não se incomoda com isso? Como temos reagido ante os evangelhos farisaico, da prosperidade e do entretenimento? Ser crente é isso? O importante é seguir a tradições, ser rico ou divertir-se à vontade na casa de Deus?
O que nós realmente queremos é “o segredo” para sermos bem-sucedidos. Desejamos “uma vida com propósitos” para taparmos com peneira o vazio que sentimos. O Vazio de um espírito morto que somente Deus pode ressuscitar. Queremos “o melhor de Deus para nós” nesta vida, no lugar de tomarmos a nossa cruz e de negarmos a nós mesmos. Queremos conhecer “as leis da prosperidade” mais do que o Espírito de Santidade; e, para nos justificarmos, tentamos ser pessoas auto-motivadas e de alta performance, antes de sermos cristãos cuja alegria está em primeiro lugar Nele; e santos bem aceitos pelo mundo a despeito das Palavras de Jesus contrariar esse posicionamento.
A falha do evangelismo atual reside na sua abordagem humanista. Esse evangelho é francamente fascinado com o grande, barulhento, e agressivo mundo com seus grandes nomes, o seu culto a celebridade, a sua riqueza e sua pompa berrante. Para os milhões de pessoas que estão sempre, ano após ano, desejando a glória mundana, mas nunca conseguiram atingi-la. O moderno evangelho oferece rápido e fácil atalho para o desejo de seus corações. Paz de espírito, felicidade, prosperidade, aceitação social, publicidade, sucesso nos negócios, tudo isso na terra e finalmente, o céu. Se Jesus tivesse pregado a mesma mensagem que os ministros de hoje pregam, ele nunca teria sido crucificado.
E já que não há mais poder do Espírito Santo em nossos ministérios, em nossas igrejas e nem em nossas atividades missionárias, nós temos que fazer todo tipo de malabarismo profissional, para manter um defunto movendo-se no culto. Através dos anos, temos criado os nossos próprios guetos de artistas, superestrelas e apresentadores, com versões cristãs de tudo que há no mundo.
Por exemplo, “a música cristã” é freqüentemente uma desculpa para artistas, muitas vezes inferiores, conseguirem vencer numa subcultura cristã que imita o brilho e glamour do entretenimento secular. Inclusive suas próprias cerimônias de premiação e seu ambiente de superestrelato. Produzir música em conformidade com os gostos anestesiados de uma cultura consumista já é ruim; imitar a arte comercializada é desperdiçar talento. Isto trivializa tanto a arte quanto a religião.
Hoje temos o espantoso espetáculo de milhões a ser derramado na tarefa de proporcionar irreligioso entretenimento terreno aos chamados filhos do céu. Entretenimento religioso é, em muitos lugares rápido meio de se esvaziar as sérias coisas de Deus. Muitas igrejas nestes dias tornaram-se pouco mais do que pobres teatros de quinta categoria onde se "produz" e mercadeja falsos “espetáculos” com a plena aprovação dos líderes evangélicos, que podem até mesmo citar um texto sagrado fora de contexto em defesa de suas delinqüências. E dificilmente um homem se atreve a levantar a voz contra isso.
A maioria dos crentes não acredita que a Bíblia diz o que está escrito: acreditam que ela diz o que eles querem ouvir. Contornar a Palavra de Deus e chamar os nossos desejos de direção divina, só leva à multiplicação do pecado. Há muitos vagabundos religiosos no mundo que não querem estar amarrados a coisa alguma. Eles transformaram a graça de Deus em libertinagem pessoal e muitas vezes coletiva.
Se você crê somente no que gosta do evangelho e rejeita o que não gosta, não é no evangelho que você crê, mas, sim, em você mesmo. Os homens estão mortos para Deus por estarem vivendo para o ego. Amor próprio, auto-estima, auto-satisfação são a essência e a vida do orgulho; e o Diabo, o pai do orgulho, nunca está ausente de tais paixões, nem deixa de ter influência nelas. Sem a morte para o ego não há escape do poder de Satanás sobre nós.
Ai de vocês que pregam seu falso evangelho, transformam a casa de Deus em comércio. Vendem seus CDs, vendem seus falsos milagres, vendem suas falsas unções, vendem falsas promessas de prosperidade, enquanto na verdade só vocês têm prosperado. Como escaparão do juízo que há de vir? Aos Pregadores da Prosperidade: Não Tornem o Céu Mais Difícil!
"Ao ouvirem isso, muitos dos seus discípulos disseram: "Dura é essa palavra. Quem consegue ouvi-la?" Desde então muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com ele. E dizia: Por isso eu vos disse que ninguém pode vir a mim, se por meu Pai não lhe for concedido." João 6:60;65-66
- Conteúdo adaptado a partir de algumas ideias e textos de diversos autores Cristãos: Paul Washer, John MacArthur, John Piper, A.W. Pink, A. W. Tozer, Leonard Ravenhill, Roger Oakland, Mary Schultze, Matthew Henry, Ricardo Barbosa, Ciro Sanches Zibordi, Agostinho, Rev. Rousas John Rushdoony, Michael S. Horton, William Law, John Angell James.
Entre as muitas coisas que são motivadoras para o crente, existem também aquelas que afligem e trazem desânimo mesmo para o mais piedoso observador. Entre estas, contemplamos uma estranha combinação de zelo com mundanismo; intensa atividade em favor da expansão do reino de Deus na terra, mesclada com uma lamentável indiferença quanto ao estado espiritual da alma; em resumo, vemos um aparente esforço nas coisas exteriores, misturado a uma crescente sensibilidade no coração.
Milhares de crentes estão substituindo a piedade pelo zelo; a mortificação, pela liberalidade; e a vida cristã pessoal, por uma religião social. Qualquer leitor dedicado do Novo Testamento e observador do presente estado da igreja, não deixará de convencer-se de que o que agora falta aos crentes, é uma sublime espiritualidade. O testemunho cristão rebaixa-se a este nível de piedade; a linha de separação entre a igreja e o mundo está se tornando cada vez menos perceptível; e o caráter do verdadeiro cristianismo, apresentado dos púlpitos e descrito nos livros, raramente se reflete na vida e no espírito daqueles que professam ser crentes.
A maior parte do cristianismo evangélico hoje é fundamentado em clichês. A maior parte do nosso cristianismo vem de músicos que se dizem cristãos, e não da bíblia. A maior parte do que os evangélicos acreditam é ditado pela cultura secular e não pela escritura.
Poucos são os que encontram a porta estreita. Consequentemente, as idéias mais populares sobre o Cristianismo possivelmente não são os conceitos mais próximos da verdade bíblica, pois essa, só pode ser encontrada se estivermos andando em um apertado caminho, que é percorrido por poucos.
Nos dias de hoje, desconfie de qualquer “Best-seller”. Desconfie de qualquer um que for sucesso ou um furacão de vendas, simplesmente porque a genuína verdade cristã jamais foi e nunca será “digerida” pelas massas. A maior prova disso, é que mataram o seu autor. Se caiu no gosto da maioria é falso. Lembre-se, Jesus se referiu aos seus verdadeiros seguidores como “pequenino rebanho”.
A apostasia que a Bíblia nos advertiu que seria evidente nos últimos dias já está em pleno andamento. Somente aqueles que se mantiverem firmes na Palavra de Deus serão protegidos e salvos. Este remanescente de crentes fiéis será visto como pessoas antiquadas e de mentalidade fechada.
A natureza da salvação de Cristo é deploravelmente deturpada pelo evangelista moderno. Eles anunciam um Salvador do inferno ao invés de um Salvador do pecado. E é por isso que muitos são fatalmente enganados, pois há multidões que desejam escapar do Lago de fogo, mas que não têm nenhum desejo de ficarem livres de sua pecaminosidade e mundanismo. Sem santificação ninguém verá o Senhor.
Os que ingressarem na instituição eclesial por persuasão de comunicadores, que se valem de técnicas modernas de comunicação, aproveitando elementos psicologicamente naturais como sentimento, emoção, paixão intensa e frustração, ou utilizando-se de carências afetivas, sociais e financeiras, esses, geralmente, são “convertidos” aos pressupostos do pregador, não “constrangidos” pelo chamado irresistível a se tornarem servos de Cristo.
Os Evangélicos modernos procuram encher suas igrejas de analfabetos bíblicos, convencendo-os que eles irão para o céu, simplesmente porque levantaram a mão e fizeram uma oração, como sinal de aceitação de Jesus como Salvador, e que Ele vai lhes dar o sucesso familiar, social e financeiro, se tiverem um nível de moralidade considerável e forem dizimistas fiéis; o que se constitui propaganda enganosa.
Pregam uma mensagem falsa, que satisfaz pessoas cujo primeiro amor está em si mesmas e que não se importam com Deus, a menos que possam tê-lo sem interromper sua maneira de viver egoísta. Prometa a essas pessoas uma religião que lhes permitirá que tenham conforto em meio ao seu materialismo e amor próprio, e elas a aceitarão aos milhares. O desafio de vir a Cristo, é o mesmo desafio feito àquele jovem rico. A questão não é encontrar um cristianismo que se adapte às nossas necessidades, mas de quanto estamos dispostos a dar e perder para ganhar o reino dos céus.
Muitos dizem não ter vergonha do evangelho, mas são uma vergonha para ele. A primeira geração de cristãos pós-modernos já está aí. São crentes que pouco ou nada sabem da Palavra de Deus e demonstram pouco ou nenhum interesse em conhecê-la. Cultivam uma espiritualidade egocêntrica, com nenhuma consciência missionária. Consideram tudo no mundo muito “normal” e não vêem nenhuma relevância na cruz de Cristo. Acham que a radicalidade da fé bíblica é uma forma de fanatismo religioso impróprio e não demonstram nenhuma preocupação em lutar pelo que crêem.
Você sabia que 80 á 90% das pessoas que “aceitam a Cristo” em trabalhos evangelísticos se “desviam” depois? O motivo de tudo isso tem sido esse evangelho centrado no homem que é pregado nos púlpitos, nas TVs e nas casas, onde o bem-estar e a prosperidade tem se tornado “mais valiosos” que o próprio sangue de Cristo. A graça já não basta mais (apesar dos louvores e acharmos Cristo tão meigo).
Engana-se quem pensa que a igreja evangélica brasileira está vivendo a sua melhor fase! Isso só seria verdade se a Bíblia, a Palavra de Deus, não existisse. Boa parte da igreja, misturada com o mundo, vem se envolvendo com questões que não são de sua competência, além de pregar um evangelho “contextualizado”, que atrai pessoas para dentro dos templos, mas afasta-as da verdade!
A igreja de hoje não incomoda nem influencia ninguém, a não ser a “igreja da maioria” quanto ao crescimento numérico. Quem defende o evangelho de Cristo hoje, conforme Filipenses 1.16 e Gálatas 1.8, é considerado persona non grata e chamado de cético. Foi o Senhor Jesus também um cético por ter dito "Acautelai-vos dos falsos profetas", em Mateus 7.15? Devemos aceitar com naturalidade esse evangelho ecumênico, facilitador, pragmático, pregado hoje em dia, cuja máxima é: “O mais importante é o amor que une do que a doutrina que divide”?
Como temos reagido ao evangelho empirista, experiencialista, que supervaloriza experiências e "milagres", em detrimento da Palavra de Deus? Nada valem passagens bíblicas como Deuteronômio 13.1-4 e João 10.41? Se ocorrerem fenômenos como mãos grudadas e dentes de ouro, não nos importamos se o pregador fala a verdade segundo a Bíblia ou não? Mas Janes e Jambres também não fizeram prodígios? Não devemos levar em consideração Mateus 7.21-23?
Que reação temos hoje ante o evangelho antropocêntrico, humanista, que apresenta Deus como um “Papai Noel”, cujo prazer resume-se em distribuir presentes aos “meninos” que têm fé? O nosso culto não é para o Senhor Jesus? Reunimo-nos para receber, receber e receber? É isso que é ser um servo de Deus?
Parte dos chamados evangélicos tem pregado indiretamente que as bênçãos de Deus não são frutos de sua maravilhosa graça, mais sim, conseqüência direta de uma relação baseada na troca ou no toma-lá-dá-cá. Neste contexto, tudo é feito em nome de Deus e para se conseguir a benção é absolutamente necessário pagar e pagar alto! Por favor, responda sinceramente: Qual a diferença da oferta extorquida do povo sofrido nos dias atuais para a venda das indulgências da idade média? Qual a diferença dos utensílios vendidos no século XVI, para os comercializados em nossos templos nos dias de hoje?
Para piorar a coisa, tal práxis doutrinária e comportamental encontrou uma enorme aceitabilidade por parte da sociedade, e isto se deve ao agravante de que as pessoas deste tempo, buscam desesperadamente por experiências e não a verdade. Elas não querem pensar, querem sentir; não querem doutrina, desejam novidades; não querem estudar a Palavra, querem escutar testemunhos eletrizantes; não querem adorar, querem shows; não querem Escolas Bíblicas, querem circo; não querem o evangelho da cruz, desejam o evangelho dos milagres; não querem Deus e sim as bênçãos de Deus.
E quanto aos evangelhos teologicocêntrico e filosófico, que não consideram a Palavra de Deus a fonte primária de autoridade? Você que segue a teólogos de renome cegamente, mesmo quando as suas afirmações contrariam a Palavra de Deus, não se incomoda com isso? Como temos reagido ante os evangelhos farisaico, da prosperidade e do entretenimento? Ser crente é isso? O importante é seguir a tradições, ser rico ou divertir-se à vontade na casa de Deus?
O que nós realmente queremos é “o segredo” para sermos bem-sucedidos. Desejamos “uma vida com propósitos” para taparmos com peneira o vazio que sentimos. O Vazio de um espírito morto que somente Deus pode ressuscitar. Queremos “o melhor de Deus para nós” nesta vida, no lugar de tomarmos a nossa cruz e de negarmos a nós mesmos. Queremos conhecer “as leis da prosperidade” mais do que o Espírito de Santidade; e, para nos justificarmos, tentamos ser pessoas auto-motivadas e de alta performance, antes de sermos cristãos cuja alegria está em primeiro lugar Nele; e santos bem aceitos pelo mundo a despeito das Palavras de Jesus contrariar esse posicionamento.
A falha do evangelismo atual reside na sua abordagem humanista. Esse evangelho é francamente fascinado com o grande, barulhento, e agressivo mundo com seus grandes nomes, o seu culto a celebridade, a sua riqueza e sua pompa berrante. Para os milhões de pessoas que estão sempre, ano após ano, desejando a glória mundana, mas nunca conseguiram atingi-la. O moderno evangelho oferece rápido e fácil atalho para o desejo de seus corações. Paz de espírito, felicidade, prosperidade, aceitação social, publicidade, sucesso nos negócios, tudo isso na terra e finalmente, o céu. Se Jesus tivesse pregado a mesma mensagem que os ministros de hoje pregam, ele nunca teria sido crucificado.
E já que não há mais poder do Espírito Santo em nossos ministérios, em nossas igrejas e nem em nossas atividades missionárias, nós temos que fazer todo tipo de malabarismo profissional, para manter um defunto movendo-se no culto. Através dos anos, temos criado os nossos próprios guetos de artistas, superestrelas e apresentadores, com versões cristãs de tudo que há no mundo.
Por exemplo, “a música cristã” é freqüentemente uma desculpa para artistas, muitas vezes inferiores, conseguirem vencer numa subcultura cristã que imita o brilho e glamour do entretenimento secular. Inclusive suas próprias cerimônias de premiação e seu ambiente de superestrelato. Produzir música em conformidade com os gostos anestesiados de uma cultura consumista já é ruim; imitar a arte comercializada é desperdiçar talento. Isto trivializa tanto a arte quanto a religião.
Hoje temos o espantoso espetáculo de milhões a ser derramado na tarefa de proporcionar irreligioso entretenimento terreno aos chamados filhos do céu. Entretenimento religioso é, em muitos lugares rápido meio de se esvaziar as sérias coisas de Deus. Muitas igrejas nestes dias tornaram-se pouco mais do que pobres teatros de quinta categoria onde se "produz" e mercadeja falsos “espetáculos” com a plena aprovação dos líderes evangélicos, que podem até mesmo citar um texto sagrado fora de contexto em defesa de suas delinqüências. E dificilmente um homem se atreve a levantar a voz contra isso.
A maioria dos crentes não acredita que a Bíblia diz o que está escrito: acreditam que ela diz o que eles querem ouvir. Contornar a Palavra de Deus e chamar os nossos desejos de direção divina, só leva à multiplicação do pecado. Há muitos vagabundos religiosos no mundo que não querem estar amarrados a coisa alguma. Eles transformaram a graça de Deus em libertinagem pessoal e muitas vezes coletiva.
Se você crê somente no que gosta do evangelho e rejeita o que não gosta, não é no evangelho que você crê, mas, sim, em você mesmo. Os homens estão mortos para Deus por estarem vivendo para o ego. Amor próprio, auto-estima, auto-satisfação são a essência e a vida do orgulho; e o Diabo, o pai do orgulho, nunca está ausente de tais paixões, nem deixa de ter influência nelas. Sem a morte para o ego não há escape do poder de Satanás sobre nós.
Ai de vocês que pregam seu falso evangelho, transformam a casa de Deus em comércio. Vendem seus CDs, vendem seus falsos milagres, vendem suas falsas unções, vendem falsas promessas de prosperidade, enquanto na verdade só vocês têm prosperado. Como escaparão do juízo que há de vir? Aos Pregadores da Prosperidade: Não Tornem o Céu Mais Difícil!
"Ao ouvirem isso, muitos dos seus discípulos disseram: "Dura é essa palavra. Quem consegue ouvi-la?" Desde então muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com ele. E dizia: Por isso eu vos disse que ninguém pode vir a mim, se por meu Pai não lhe for concedido." João 6:60;65-66
- Conteúdo adaptado a partir de algumas ideias e textos de diversos autores Cristãos: Paul Washer, John MacArthur, John Piper, A.W. Pink, A. W. Tozer, Leonard Ravenhill, Roger Oakland, Mary Schultze, Matthew Henry, Ricardo Barbosa, Ciro Sanches Zibordi, Agostinho, Rev. Rousas John Rushdoony, Michael S. Horton, William Law, John Angell James.
Como alguém sem pecado, ele não precisava
oferecer sacrifício primeiro pelos seus próprios pecados, mas foi capaz
de oferecer em nosso favor um sacrifício perfeito (Hb. 7:27). Portanto,
ele pôde se fazer pecado em nosso lugar, para que pudéssemos ser feitos a
justiça de Deus nele (2Co. 5:21).
A impecabilidade de Cristo, então, é a garantia que sua justiça é perfeita, e que ela é nossa. Tudo o que ele mereceu por sua morte ele não precisava para si mesmo; ele adquiriu para nós, que estávamos em tão grande necessidade.
(Ronald Hanko)
A impecabilidade de Cristo, então, é a garantia que sua justiça é perfeita, e que ela é nossa. Tudo o que ele mereceu por sua morte ele não precisava para si mesmo; ele adquiriu para nós, que estávamos em tão grande necessidade.
(Ronald Hanko)
[Cristo Jesus] que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz! Por isso Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, no céu, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai. (Fp 2:6-11)
Quando começamos a entender o que a Bíblia
ensina sobre a evangelização, passamos a confiar mais em Deus para nos
ajudar a propagar as boas novas. Sentimo-nos mais inclinados a obedecer a
Deus, quando compreendemos que não temos o dever de converter ninguém,
mas sim o de transmitir com fidelidade as boas novas. Há uma maravilhosa
liberdade nisso. Não preciso sentir que tenho de responder todas as perguntas
de cada pessoa. Tenho apenas de comunicar-lhes as verdades sobre Jesus,
amá-las e orar por elas. Sou chamado apenas a ser fiel na apresentação
da mensagem; e isso traz uma liberdade maravilhosa. Quando entendo
melhor a obra de Deus na regeneração, isso me encoraja a confiar nEle.
- Mark Dever, em Nove Marcas de Uma Igreja Saudável
- Mark Dever, em Nove Marcas de Uma Igreja Saudável
"Para aprendermos sobre aquilo que mais necessitamos em nossa vida, precisamos nos voltar para Deus. Precisamos ouvir sua Palavra — toda ela — pregada de forma expositiva, para não ouvirmos apenas temas selecionados. Há coisas na Bíblia que queremos evitar. Nenhum de nós é tão santo, perfeito e bem formado espiritualmente, que recebemos com alegria toda palavra do livro de Deus. Oh!, que Ele nos guarde de estar em uma igreja em que a Palavra é pregada de modo seletivo! Devemos orar para que Ele dê à sua igreja pregadores que pregarão toda a sua Palavra." -
- Mark Dever, em Nove Marcas de Uma Igreja Saudável
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Ela está lá no alto para nos lembrar,que antes de
abrirmos o champanhe e comemorarmos o ano novo, nós devíamos parar e
refletir sobre o ano que passou. E lembrar de nossos triunfos, e
equívocos, de nossas promessas feitas e não cumpridas, das vezes que nos
abrimos a grandes aventuras ou nos fechamos por medo de nos ferirmos.
Porque o ano novo é sobre isto: dar uma nova chance. Chance de perdoar.
Fazer melhor, fazer mais, dar mais, amar mais. Parar de pensar “e se” e
aceitar e aproveitar o que venha a acontecer. Então, quando a bola
descer a meia-noite, e ela descerá, vamos lembrar de ser gentis uns com
os outros. Amigos uns com os outros. E não só hoje, mas no ano inteiro.
Obrigada.
Noite de Ano Novo
Noite de Ano Novo
domingo, 24 de junho de 2012
Deixe o inimigo pensar que ele te venceu. Deixe o inimigo pensar que você perdeu. Ainda que ele diga que teus sonhos chegaram ao fim, e que a cova foi a solução, que até mesmo os teus irmãos se esqueceram de ti.
Deixe o inimigo dizer que você foi vendido, e que você vai ser humilhado na terra do Egito. Não te preocupes, meu irmão, sua história tem começo, tem meio e fim. Provas vem pra acrescentar, páginas pra você ler e pra contar.
Mas chega o tempo de Deus escrever nova página na sua história. Mas chega o tempo de Deus por um ponto final, dar vitória. Não tem graça um trono sem antes ouvir sua grande trajetória. A prisão e a cova são pra aumentar páginas na sua história.
Conte que você teve sonhos e não entenderam, por inveja e ciúmes, irmãos te venderam. Conte que você chorou, sofreu sozinho na aflição. Conte que você foi traído pelos seus irmãos, e sem nada dever, foi levado à prisão e lá foi esquecido, sozinho na solidão. Mas conte que o rei teve um sonho, e você entendeu que depois de tudo isso, foi lembrado por Deus, e hoje é o personagem da história de alguém que venceu.
Nada vai matar os sonhos de um fiel. Sua história está registrada, está editada, tem direitos reservados pra Deus. Ninguém pode usar tua história, é plágio irmão. Não dá pra copiar, se alegra então. Se a cova e a fornalha é pra você, Deus escreveu que você vai vencer.
O sol, a lua, todos hão de se dobrar. Do grande ao pequeno hão de te honrar. Teus sonhos fazem parte desta linda história, e os direitos estão reservados lá na glória.
Sua vida foi escrita por teu Deus, e todos os direitos da sua história, estão reservados pra Deus!
segunda-feira, 4 de junho de 2012
· Te entrego, Senhor, Meu coração
Quero ouvir tua voz
Eu preciso de Ti, como um amanhecer sempre precisa do sol
Ouça o meu clamor, cuida do meu viver
Com a Tua forte mão, Senhor, vem pra me proteger
Quero ouvir tua voz
Eu preciso de Ti, como um amanhecer sempre precisa do sol
Ouça o meu clamor, cuida do meu viver
Com a Tua forte mão, Senhor, vem pra me proteger
· Confio em Ti
Sei que nunca me deixará
Teu amor não acabará
Nos Teus braços eu descançarei
Pois És fiel, meu Senhor
Todo mal se dissipará quando o Teu nome eu chamar
E não haverá mais sofrer, pois em Teu nome há poder
Sei que nunca me deixará
Teu amor não acabará
Nos Teus braços eu descançarei
Pois És fiel, meu Senhor
Todo mal se dissipará quando o Teu nome eu chamar
E não haverá mais sofrer, pois em Teu nome há poder
Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes; E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são. Para que nenhuma carne se glorie perante ele. 1 Coríntios 1:27-29
Soneto de Fidelidade
Vinicius de Moraes
·
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
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sábado, 28 de abril de 2012
Já ouvi falarem muita coisa sobre o amor. Que dói, que faz feliz, que não dá pra fugir. Ouvi coisas certas e absurdos, vi gente culpando o amor por terem se entregado errado pra pessoa errada. Então eu conheci você e entendi o que ninguém nunca soube me explicar. Entendi o qual nobre é o amor e o privilégio que é amar e ser amado. A vida vai cansando, desacreditando a gente, fazendo machucados, até o dia que você conhece a pessoa que vai te sarar de tudo que já te afetou, te renovar, te roubar, te fazer ser o melhor que você consegue só porque ele é maravilhoso e merece tudo de bom nessa vida. Queria dizer que o amor não dói, pelo contrário, ele cura. O amor de verdade te transforma, cicatriza, faz voar. E eu fico aqui pensando, que sorte a minha! Encontrar a pessoa mais linda do mundo e poder sentir tudo isso, que nem cabe direito em mim. Quem diz que o tempo afasta as pessoas, provavelmente são os mesmos que dizem que o amor machuca e culpam qualquer coisa pelos próprios erros. Porque hoje, depois de anos, eu tenho mais certeza do que nunca do meu amor, minha sorte, meu destino. Nasci pra ser tua, simples assim. Nada dava certo antes porque não era com você. Nada me preenchia, porque era você que me faltava. Eu tinha muitas perguntas, porque você era a minha resposta. E hoje eu só tenho um coração batendo forte, uma felicidade sem tamanho e meu sincero muito obrigada. Por ser você, por ser meu, por sermos nós. Obrigada por tudo, por nada, obrigada. Eu amo você, sem clichê, sem precipitação, com a maior propriedade que se pode pronunciar essas três palavras: Eu amo você. De verdade. Pra sempre.
Ao homem que me faz a mulher mais feliz do mundo!
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